ÂNCORAS

O que é uma âncora?
Uma âncora é algo que serve para ligar ou fixar uma coisa em outra ou, mais especificamente, em PNL são modos de se eliciar estados emocionais ou de recursos vinculando-os a estímulos visuais, cinestésicos, auditivos, gustativos e olfativos.
Você já sentiu alguma vez um perfume e lembrou-se de uma pessoa, querida ou não?
Se já, o perfume funcionou como uma âncora para eliciar a lembrança referente à essa tal pessoa.
E quando você ouve uma música e diz: “Ah! Essa música me faz lembrar de…” ou está assistindo a um filme e vê uma roupa mais antiga e comenta: “Esse vestido me fez lembrar da minha avó!”
Consegue, agora, perceber quantas âncoras nós temos ligadas a nós em casa, no trabalho, na rua etc.?


Já que a âncora é uma coisa natural vamos, a partir de agora, utilizá-la conscientemente e de forma positiva, certo?

Crie uma âncora:
No “pico” da intensidade do estado eliciado;
De maneira que possa reproduzir o estímulo;
De forma exata, precisa e inconfundível.

*Ancoragem de Recursos
1) Escolha o contexto no qual você deseja ampliar o seu repertório de comportamentos.
Qual é (Quais são) a(s) situação(ões) em que você quer dispor de novos comportamentos?
2) Selecione o recurso de que você quer dispor e experimente-o.
Selecione o recurso interno de que você que dispor e procure em sua memória uma recordação recente ou passada de uma situação na qual você experimentava esse estado interno.
Faça a experiência dessa situação “como se você ali estivesse” associado. Quando estiver plenamente em contato com sua dimensão cinestésica, feche uma das mãos. Quanto maior o contato com a experiência, feche ainda mais a mão. É a mão fechada que vai tornar-se a sua âncora.
Repita três vezes a experiência para assegurar-se da conexão.
3) Verificação
Verifique se, quando você fecha a mão, isso o ajuda a reexperimentar o estado-recurso. Em algumas pessoas, a entrada nesse estado é instantânea. Outras reorientam-se progressivamente.
4) Integração ao futuro
Projete-se mentalmente nos dias e semanas vindouros, na ou nas situações em que você queira dispor dessa nova atitude.
*Descrição extraída do livro “Guia de PNL”, de Alain Cayrol & Patrick Barrère, Editora Record.

Empilhamento de Âncoras
O processo de empilhamento de âncoras é muito simples:
1. Acesse o recurso desejado (coragem, por exemplo);
2. No ponto máximo (pico) da sensação do recurso desejado ancore;
3. Quebre o estado;
4. Teste a âncora;
5. Se a âncora eliciou o recurso desejado retorne ao passo número 1, escolha outro recurso (assertividade, por exemplo) e reinicie o processo de ancoragem, ancorando cada novo recurso sempre no mesmo local ou gesto da primeira âncora.

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Desintegração ou Colapso de Âncoras
1) Elicie uma sensação desagradável ou estado negativo e ancore (no joelho direito, por exemplo);
2) Calibre quebre o estado;
3) Teste âncora e note se o estado calibrado reaparece;
4) Se o estado negativo ou desagradável reapareceu solte a âncora e quebre o estado novamente;
5) Elicie uma sensação agradável ou estado positivo e ancore em outro lugar (joelho esquerdo, por exemplo);
6) Calibre e quebre o estado;
Teste a âncora e repare se o estado calibrado (sensação agradável ou estado positivo) ressurge;
7) Se o estado positivo reapareceu, quebre o estado;
8) Acione agora as duas âncoras ao mesmo tempo, provocando um colapso ou choque entre as mesmas;
9) No começo a fisiologia da pessoa que passa pelo processo é de quem está confuso mas aos poucos vai passando para uma sensação de neutralidade, isto é, quando as duas âncoras são acionadas ao mesmo tempo elas se desintegram e se tornam neutras.

Trecho extraído da apostila:
INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA
A Chave das Grandes Transformações
Autor: Valdecy Carneiro

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